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ALCIONE TRAZ A BH SHOW DO PROJETO DUAS FACES, QUE INCLUI CDS E DVDS Imprimir
Escrito por Ailton Magioli - EM Cultura   
Sex, 28 de Outubro de 2011 22:04

Cantora se apresenta no Chevrolet Hall

Foto: Raphael Dias (Reprodução)Foto: Raphael Dias (Reprodução)Carinhosa e popularmente conhecida como Marrom, a maranhense Alcione chega à cidade avisando que o show que fará amanhã à noite, no Chevrolet Hall, será muito animado. "Quero fazer do encontro com os mineiros, com os quais mantenho relação muito boa, uma festa", anuncia a cantora, que está comemorando 40 anos de carreira com o lançamento dos CDs/DVDs Duas faces. "Na primeira face (Jam session), que está chegando às lojas, mostro a minha porção mais acústica, romântica, na qual canto em francês, italiano, além do português", relata Alcione.

"Já na segunda face (Ao vivo, na Mangueira), com lançamento em dezembro, reuno meu bandão e tudo que mereço, para cantar para o povão", acrescenta a cantora. Se no primeiro álbum ela se deu ao luxo de gravar, em casa, ao lado de convidados como Lenine, Djavan, Emílio Santiago, Áurea Martins e Maria Bethânia, no segundo, ainda inédito, canta ao lado de Jorge Aragão, Diogo Nogueira, Leci Brandão, Maíra Martins, Orquestra de Violinos do Centro Cultural Cartola e Bateria da Mangueira. Um sucesso para quem, no fim dos anos 1960, chegava ao Rio para se dividir entre crooner e trompetista de boates, ao lado de gente como Djavan, Áurea Martins, Gracinha Horta e outros então iniciantes como ela.

Em turnê nacional desde o dia 15, com a agenda repleta até o ano que vem, Alcione diz que cantar é, para ela, o ar que respira. "É festa, é calmaria, é paz. É o verdadeiro encontro comigo mesma", descreve a detentora de uma das vozes (graves) mais poderosas da música popular brasileira, que, nas horas de folga, exibe sopro e fôlego tocando – instrumento que, no atual projeto, foi relegado em função do canto, cada vez mais límpido e potente. Os cuidados da Marrom com a voz, ela própria revela: "Não posso dormir com ar-condicionado. Em casa, o quarto tem de ser literalmente pelado diante do fato de eu ser alérgica", revela, provocativamente, a cantora, dispensando cortinas, persianas e objetos do gênero em seu "cafofo".

No dia a dia, Alcione só toma água natural – "Gelada, só quando estou fora de temporada" –, aproveitando a oportunidade para lavar a garganta com soro fisiológico. Como no Recreio (Rio), onde mora, há muitas obras, lava a garganta e o nariz com soro fisiológico. Ela conta ainda que precisa ter uma boa noite de sono, com duração mínima de oito horas. "O sono alimenta a voz", justifica a cantora, salientando que não tem os pequenos vícios. "Só os grandes!", conclui ela, que não bebe nem fuma.

ALCIONE & BANDA

Amanhã, às 22h30, no Chevrolet Hall, Av. Nossa Senhora do Carmo, 230, Savassi. Ingressos: Cadeiras numeradas: esgotadas; pista/arquibancada: 1º lote – esgotado; 2º lote: R$ 70 (inteira) e R$ 35 (meia-entrada); 3º lote: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia). Classificação: 16 anos. Haverá venda de bebidas alcóolicas. Informações: (31) 3209-8989.

Coração mangueirense

Hits da cantora estarão no repertório do show. Assim como canções que Alcione interpreta e nunca gravou; standards nacionais e internacionais e, naturalmente, inéditas. Entre as listadas pela artista, Mulher bombeiro, que Nei Lopes fez especialmente para ela (Rainha dos Bombeiros); Não me entrego a mais ninguém (Jefferson Jr/Humberto Tavares); Beco sem saída (Telma Tavares/ Roque Ferreira); Quem já esteve só (Ivo Lancelotti e Paulo César Pinheiro); e canção de Altay Veloso, que dá título ao projeto Duas faces.

Ainda no repertório, Poder da criação (João Nogueira/ Paulo César Pinheiro); Capim (Djavan); 40 Anos, Entidade e Brasil de Oliveira da Silva do Samba (Altay Veloso/Paulo César Feital); Jamaica a São Luís (Gerude/Ciba Carvalho); Meu ébano (Nenéo/Paulinho Rezende); Nem morta (Michael Sullivan/Paulo Massadas); Passional (Fátima Guedes); Cajueiro velho (do pai, João Carlos); e Tem dendê/Figa de guiné (Reginaldo Bessa/Nei Lopes). De look rosa, como requer o momento, a cantora abre o show, encerrado com direito a modelo de franja verde e rosa. Mais mangueirense, impossível.

Última atualização Sex, 28 de Outubro de 2011 22:08
 



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