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COLUNAS - DAKI E DALI
Escrito por Maurício Eustáquio   
Qui, 03 de Novembro de 2011 00:00
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Daki e dali: Reflexão e Humor.Daki e dali: Reflexão e Humor.

A vida é como uma lenda: "não importa que seja longa, mas que seja bem narrada". Devemos ter o cuidado para não sermos vítimas de nossa vaidade e egoísmo. Como dizia Rabindranat Tagore, "todos os homens somos feitos do mesmo barro, mas não do mesmo molde" e Einstein, durante uma palestra, citou que "há duas maneiras de viver a vida: uma como se nada fosse um milagre e outra como se tudo fosse um milagre".

Lembrei-me destes pensadores, para narrar o sentimento familiar entre pai, mãe, avô e o neto que tinha uma grande admiração pelo avô que, possuído pelo mal de Parkinson, muito velho, quase cego, surdo e com suas mãos trêmulas, quando se sentava à mesa para comer, mal conseguia segurar a colher. Derramava sopa na toalha e, quando afinal, acertava a boca, deixava sempre cair um bocado pelos cantos.

O filho e a nora, achavam que era uma porcaria e ficavam com nojo. Finalmente, acabaram fazendo o velho se sentar num canto ao lado do fogão e levavam comida para ele numa tigela de barro e – o que era pior – nem lhe davam atenção. O velho olhava para a mesa com os olhos compridos, muitas vezes cheios de lágrimas.

Um dia, suas mãos tremeram tanto que ele deixou a tigela cair no chão e ela se quebrou. A nora ralhou com ele, que não disse nada, somente suspirou. Depois ela comprou uma gamela de madeira bem baratinha e era aí que ele tinha que comer.

Quando estavam todos sentados na cozinha, o neto, muito apegado ao avô e que tinha oito anos, estava brincando com uns pedaços de madeira, o pai perguntou:

- O que você está fazendo?

O menino respondeu: - Estou fazendo um cocho, para papai e mamãe poderem comer quando eu crescer.

O marido e a mulher se olharam durante algum tempo e caíram no choro. Depois disso, trouxeram o avô de volta para a mesa. Desde então passaram a comer todos juntos e, mesmo quando o velho derramava alguma coisa, ninguém dizia nada.

Para esta mensagem, seguimos as sábias palavras de Ernesto Sábato, consagrado escritor argentino que passou a dedicar à pintura, pois, por problemas de saúde, não pode mais ler e escrever, falecido em 30 de abril de 2011, já dizia: "A vida é tão curta e o ofício de viver tão difícil que quando alguém começa a aprender, já está na hora de morrer".

Seja solidário.

SORRIA... Mulher do bombeiro

O bombeiro chega em casa e diz à mulher: "No quartel temos um sistema excelente. Ao tocar da primeira sirene juntamo-nos em equipes, com a segunda sirene descemos pela coluna e com a terceira subimos ao caminhão-tanque e saímos. A partir de hoje, quando eu disser 'primeira sirene' tiras as roupas, 'segunda sirene' vais para a cama e 'terceira sirene' fazemos amor."

No dia seguinte o bombeiro chega em casa e grita: "primeira sirene", a mulher corre para o quarto e tira a roupa, em seguida grita "segunda sirene" a mulher deita-se na cama e por fim ele grita "terceira sirene" e começam a fazer amor.

Depois de alguns minutos a mulher grita "quarta sirene" e o bombeiro exclama: "Que raio é essa 'quarta sirene'?"

E a mulher diz: "Desenrola mais mangueira porque está longe do fogo!!!"

 



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